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Relatórios e o fechamento do período

Financeiro → Relatórios é o fechamento do período: “o que entrou no período, por onde entrou, e o que não fechou.” O período é Hoje, 7 dias, 30 dias ou 90 dias, sempre no fuso da loja — e fica na URL, para o link mandado ao sócio abrir no mesmo recorte.

Quem vê: Dono, Gerente de operação, Supervisor e Auditor. Caixa, Cozinha e Atendente não veem esta tela nem o faturamento da Visão geral — o menu deles não a lista, e o endereço digitado à mão responde “sua conta não tem permissão”. Os papéis estão em Equipe e permissões.

  • Pedidos avulsos — a soma dos pedidos concluídos no período, com a taxa de entrega dentro. Pedido em preparo ainda pode cair; cancelado nunca virou dinheiro — nenhum dos dois entra.
  • Assinaturas — o recebido dos contratos do clube, apurado à parte, pela data da baixa: o dia em que você registrou o recebimento, e não a competência que ele quita.
  • Total do período — a soma dos dois, com as parcelas à vista ao lado.
  • Pedidos concluídos — quantos fecharam, contra quantos caíram.

Logo abaixo, “Pedidos avulsos” abre em duas partes:

  • Venda de produtos — os itens dos pedidos concluídos, sem a taxa.
  • Taxas de entrega — o que os clientes pagaram de entrega nesses pedidos. Retirada e salão não têm taxa; entrega “a combinar” também não soma, porque a loja não cobrou nada por ela.

A soma das duas é exatamente “Pedidos avulsos”. O que muda é como você lê a segunda, e a dica sob o número diz qual leitura vale para a sua loja — é o que está em Operação → Quem faz a entrega:

  • Entregadores da casa — a taxa ficou com a loja. É receita, e é com ela que você acerta a diária da equipe.
  • Plataforma parceira — a taxa foi cobrada do cliente e repassada ao parceiro. É custo logístico, não receita: confira com o parceiro o que ele tem a receber.

O bloco Entregas divide as entregas concluídas entre frota própria, plataforma parceira e o que saiu sem registro de quem levou — e cada linha traz a quantidade e a soma das taxas. Por entregador, é o acerto da diária; por plataforma, é a conferência com o parceiro.

Se a loja trocou quem faz a entrega no meio do período, aparece uma linha a mais: cada pedido guarda o regime que valia quando foi vendido, e o relatório mostra as duas partes. Trocar o regime hoje não reclassifica o que já vendeu.

Abaixo da margem, quatro números respondem “quanto sobrou destas vendas?”: a venda de produtos (com a taxa de entrega que é receita sua), as taxas de pagamento, a provisão de imposto e o líquido estimado.

Entra só o que é venda paga. O pedido cancelado não entra, e o pedido que ainda está aguardando pagamento também não: o Pix que não veio e o cartão recusado não são receita. Quando o pagamento é confirmado, o pedido passa a contar no dia dele.

As taxas e a alíquota são as que você declarou em Taxas e impostos — e cada pedido usa as que valiam no dia dele, não as de hoje.

Com plataforma parceira, a taxa de entrega aparece numa linha à parte, fora do líquido: ela está no total que o cliente pagou e é dinheiro de passagem, que você acerta com o parceiro.

Se você removeu um item de um pedido — porque acabou, ou porque o cliente desistiu dele —, o valor daquela linha sai da venda de produtos, e com ele a taxa de pagamento e a provisão de imposto daquele pedaço.

É o que você esperaria, e é o que acontece: o dinheiro daquela linha volta para o cliente quando o pagamento foi online, e você não paga taxa nem provisiona imposto sobre o que devolveu.

O total original do pedido não é reescrito — ele continua registrado como foi cobrado, e o detalhe do pedido mostra os dois lado a lado. O que muda é o que entra na conta do resultado.

No celular, abaixo dos números do topo, as pílulas Ir para a seção levam direto a cada bloco — Margem por item, Perdas, Salão —, e as tabelas viram blocos, sem rolar de lado.

Margem consolidada e por item, formas de pagamento e a gaveta em dinheiro, caixas abertos agora, cancelamentos por motivo e por origem, comandas do PDV, perda e desperdício. Em Por forma de pagamento, cada forma abre em sub-linhas por origem — balcão e salão, vitrine e delivery, lançado à mão, assinatura — e marca o que ainda é sem baixa: pedido concluído em que ninguém disse como o dinheiro entrou. O link de pagamento abre também por como ele foi pago — Pix, crédito, débito, boleto, vale —, que é a quebra que bate com o extrato de cada meio; os recebimentos anteriores a essa pergunta aparecem como não informado. Se você acompanha bandeiras, o cartão de crédito e o de débito abrem do mesmo jeito, uma sub-linha por bandeira — a quebra que explica por que duas vendas do mesmo valor custaram taxas diferentes. A soma das bandeiras fecha com a linha de cima: o que passou antes de você cadastrar bandeira aparece como não informado e continua somando.

Esta quebra conta pela data da baixa. O pedido entra no dia em que você disse como recebeu, e não no dia em que ele foi feito: a encomenda de dia 1, paga dia 5 e entregue dia 10 é dinheiro do dia 5 — é assim que o relatório fecha com o extrato do banco daquele dia. O pedido ainda sem baixa continua aparecendo no dia em que foi feito, marcado, e muda de dia quando alguém der a baixa. Pedidos avulsos, no topo, continua sendo a venda pela data do pedido — as duas leituras convivem porque respondem perguntas diferentes: quanto vendi e quanto entrou. Em Caixas abertos agora, a mesma quebra por origem e a lista de pendências da loja; o fechamento forçado reconhece as pendências em nome de quem fecha. O PDV e o caixa explicam o fechamento de turno, que é outra conta: o caixa é por operador; o relatório é da loja inteira.