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Precificação dos itens

Em Cardápio → Precificação: “quanto sobra de cada item depois do CMV, da embalagem, das taxas, do imposto e do custo fixo — e o preço que leva cada um à meta.” Exige o módulo de Insumos e a ficha técnica dos itens — ou, se você ainda não montou a ficha, o custo informado no cadastro de cada item (veja O custo do item): ele faz a precificação funcionar, como uma estimativa.

  1. Monte a ficha técnica dos itens. Marque potes, tampas, sacolas e lacres como Embalagem no cadastro do insumo — a precificação mostra o custo deles separado da comida.

  2. Declare a alíquota e as taxas da maquininha em Taxas e impostos.

  3. Em Taxas e Impostos → Precificação, diga a meta de lucro (a padrão é 20%), o custo fixo e a forma de pagamento de referência. Se você vende em marketplace, cadastre o canal com a comissão dele.

Para cada item, a tela desce do preço até o lucro:

Linha O que é
Preço de venda O preço do item, mais os acréscimos dos grupos de escolha obrigatória
CMV (ingredientes) O custo da comida, pela ficha técnica — ou pelo custo informado no cadastro, que a tela marca como estimativa
Embalagem O custo dos insumos marcados como embalagem
Taxa de pagamento A % da forma de pagamento escolhida — ou a que o próprio canal cobra
Comissão A % do canal de venda. Venda direta é 0%
Imposto A alíquota que você declarou
Margem de contribuição O que sobra depois de tudo acima — o que a venda paga da casa
Custo fixo A parte do aluguel, da folha e das contas que cabe a esta venda
Lucro líquido O que sobra de verdade, em R$ e em % do preço

O item é julgado pelo pior cenário: o tamanho e a combinação obrigatória que deixam menos lucro. Adicional opcional fica de fora, porque não está em toda venda.

Selo Quando
Lucrativo O lucro líquido chega à meta
Atenção Sobra lucro, mas abaixo da meta
Prejuízo O lucro é negativo. A tela diz se a venda não cobre nem os custos variáveis — cada venda aumenta o prejuízo — ou se ela paga o próprio custo, mas não a parte dela no custo fixo
Sem ficha técnica Falta ficha e custo informado em parte do item: sem custo, não dá para julgar

Na lista, os contadores no topo são também os filtros: toque em Prejuízo para ver só os itens que precisam de preço novo.

Quando a janela é estreita demais para todas as colunas, a tabela rola de lado. A sombra na borda mostra que há mais colunas daquele lado. Com o mouse, use a barra fina logo acima do cabeçalho: ela acompanha a descida da lista, então dá para ver o Preço sugerido e a Saúde de qualquer item sem ir até o fim da página. No celular, cada item já vira um cartão com todas as colunas.

É o preço que leva o lucro líquido do item à meta, com a taxa, a comissão, o imposto e o custo fixo daquele canal. Se as taxas, o custo fixo e a meta somam 100% ou mais, nenhum preço chega lá — a tela diz isso, e a saída é baixar a meta ou o custo.

  1. Na lista, toque no nome do item.

  2. Escolha o canal e a forma de pagamento no topo. Para uma forma de pagamento online, cuja taxa é do provedor, informe a % para simular.

  3. Digite outro preço no campo — a conta se refaz a cada tecla. Ou toque em Usar o preço sugerido.

  4. Toque em Aplicar este preço e confirme. Só aí o preço muda no cardápio.

Na mesma tela você dá ao item uma meta própria — a bebida que vive de 15%, o prato que precisa de 30% — ou volta para a meta da loja. Itens com tamanhos mostram cada tamanho com o próprio preço sugerido, e Aplicar o sugerido grava só aquele tamanho.

O combo ainda não tem precificação: ele aparece na lista como “Combo — a precificação do combo ainda não existe”. A margem real dele está no relatório.

O assistente lê a precificação: pergunte “quais itens estão no prejuízo?” ou “quanto devo cobrar na pizza grande para sobrar 25% no iFood?”. Ele simula outro preço sem gravar; para mudar o preço, ele usa as mesmas ferramentas de edição do cardápio, com a sua confirmação.